Esta semana voltou ao ar "The Office", desta vez sem a presença de Michael Scott (Steve Carell).
Triste, bem triste, mas o time de atores é muito bom e acho que vale a pena acompanhar para ver até onde a série aguenta.
Como já foi bastante comentado, há um novo chefe na casa, Robert California (James Spader).
Mas logo no início do episódio, explicam que ele conseguiu virar CEO da firma e elegeu um novo "local manager", cargo antigo de Michael Scott.
E o eleito foi.... Andy Bernard!
É o personagem de Ed Helms, ator que mais ganhou fama durante os seis anos de seriado com exceção de Steve Carell.
Helms é um dos quatro aventureiros dos filmes "Se Beber não Case!" e também protagonista de "Cedar Rapids", uma comédia bem bacana que não chegou ao Brasil (vale ver pra quem gosta dele).
Curti Andy como chefe, mas não curti nada o tal Robert California. Cara muito enigmático, muito fora do tom das outras piadas.
Andy segue almofadinha, dando duro para ser levado a sério (quem nunca passou por isso?). Adoro suas gravatas cor de rosa.
O mais engraçado do episódio foram as piadas com "planking" - vídeo acima.
Se bem que soou meio ultrapassado. Quer dizer, pensando melhor, até combina com o clima "vintage" do escritório.
Mas de fato foi-se o tempo em que filmes e seriados ditavam as "tendências". Agora é tudo internet.
No filme "Amizade Colorida", que estreia no Brasil sexta que vem, tem toda uma história com os tais "flash mobs"(clipe abaixo, com Mila Kunis e Justin Timberlake).
Quando vi, pensei, mas este filme foi rodado quando mesmo?
"O palavrão está corrompido pelas mulheres" - Nelson Rodrigues
Estreia hoje no Brasil "Missão Madrinha de Casamento", sucesso absoluto de crítica e bilheteria nos EUA durante o verão.
Foi a segunda comédia para adultos (*) mais vista do período, perdendo apenas para "Se Beber Não Case! Parte 2".
Os dois filmes têm a ver. Alguém vai casar, e as/os madrinhas/padrinhos tentam organizar a festa e se metem em loucas confusões. Velha fórmula.
Acontece que na versão feminina as piadas são tão sujas quanto na versão original masculina. Para alguns, isto é um problema.
Eu já digo de cara que adorei "Missão Madrinha de Casamento". E também confesso que curti "Professora sem Classe", com Cameron Diaz, que teve as piores críticas e bilheterias do ano.
Do primeiro, gosto do time de atrizes, as piadas não soam forçadas e a verdadeira trama é sobre os altos e baixos das amizades entre mulheres. É uma coisa rara de se ver.
Do segundo, gostei de ver Cameron num papel "tosco", de professora má, que não passa por uma redenção moralista no final.
É uma tendência em Hollywood: fazer filmes que desmistificam as beldades de Hollywood.
Jennifer Aniston estrelou comédia assim, como uma dentista ninfomaníaca em "Quero Matar Meu Chefe" (este eu não vi).
E, em outubro, estreia no Brasil "Qual é o seu número?", com a mesma pegada de piadas picantes, mulheres solteiras e um casamento no meio.
Nas conversas com amigos, alguns acham esses filmes todos insuportáveis. Parece que existe uma certa impaciência porque são mulheres falando palavrões.
Isto me faz lembrar as frases de Nelson Rodrigues naquele livro-coletânea "Flor de Obsessão". Ele é um dos meus autores favoritos, mas com quem não concordo sempre, principalmente na citação do começo do post e aqui:
"A mulher só se inferioriza quando, para imitar o homem, começa a dizer palavrões."
Porr#@$, será que as pessoas ainda pensam assim?
* Comédia para adultos = menores de 17 anos precisam estar acompanhados de um adulto
É sobre um jornalista de Nova York que se muda para Porto Rico para trabalhar para um grande jornal.
Abaixo, Hunter Thompson fala sobre seu livro, um dos primeiros que ele escreveu, nos anos 60, mas apenas publicado nos anos 90.
Ele comenta sobre ser jornalista, sobreviver os anos 60 e 70, não ser publicado etc.
Johnny Depp já fez Hunter outra vez, no tresloucado filme "Medo e Delírio em Las Vegas" (1998). E, no vídeo acima, o entrevistador pergunta: "o que você achou do filme?"
Hunter responde: "Engraçado, Johnny Depp me perguntou isso na noite passada. É incrível."
"Talvez eu tivesse feito de forma diferente, mas eu não sou do cinema", ele continua.
Abaixo, o trailer do primeiro filme. Deep também narrou um documentário sobre o escritor, "Gonzo: The Life and Work of Dr. Hunter S. Thompson".
Leonardo DiCaprio estrela o novo trabalho de Clint Eastwood, "J. Edgar", cujo trailer foi divulgado ontem (abaixo).
O filme vem chamando atenção não só pela dobradinha ilustre mas também porque DiCaprio passa por uma baita transformação, com maquiagem pesada e próteses no rosto para viver o protagonista até a velhice (vejam nos minutos do trailer 0:27, 1:25 e 2:11 - ou na foto acima).
E Hoover não envelheceu muito bem... O filme estreia nos EUA em novembro, e no Brasil, em janeiro.
Ele ajudou a criar o FBI em 1935 e foi seu diretor até morrer, em 1972. Era homem da lei mais destemido dos EUA.
Dizem que gostava de se vestir de mulher, mas nunca ninguém provou. Certamente era gay e seu parceiro no filme será o galãArmie Hammer (os gêmeos de "A Rede Social").
"Os dois passavam férias juntos, jantavam todas as noites e chegaram até a morar juntos numa época. Então, há conexões óbvias", disse o ator numa entrevista que fiz em agosto.
Na época da entrevista, em agosto, DiCaprio tinha acabado de ser anunciado pela revista "Forbes" como o ator que mais fez dinheiro em 2010, com os lançamentos de “Ilha do Medo”, de Martin Scorsese, e “A Origem”, de Christopher Nolan.
Perguntei sobre como ele cuidava de seus investimentos, mas respondeu bem ríspido: “Não vou te contar”, disse. Dei uma insistida, só para provocar: aplica na bolsa? “Não falo sobre isso, desculpe.”
Mas ele tinha sim visto a notícia da "Forbes". “Muitas vezes leio coisas sobre mim que não são verdadeiras. Não dá pra saber quanto as pessoas fazem ou deixam de fazer”, afirmou.
“Vários rumores chegam aos ouvidos de meus amigos e eles acabam me perguntando sobre isso. Você fica se perguntando de onde é que tiraram certas coisas.”
Na lista da Forbes, ele pulou do quinto lugar em 2010 para o primeiro lugar da lista, substituindo Johnny Depp, que foi parar em segundo. Ele teria feito US$ 77 milhões (R$ 130 milhões), contra US$ 50 milhões de Depp.
DiCaprio está agora na Austrália filmando "O Grande Gatsby", em 3D, com direção de Baz Luhrmann ("Moulin Rouge - Amor em Vermelho").
Gostem ou não, a estreia da nova temporada do seriado que matou Charlie Sheen e tirou a roupa de Ashton Kutcher foi sucesso absoluto de audiência.
Segundo dados preliminares, "Two and a Half Men" foi visto por 27 milhões de espectadores na noite de ontem, maior público registrado em seis anos para a abertura de uma nova temporada.
E maior audiência para um episódio da série.
A última abertura grandiosa foi de "Desperate Housewives", em setembro de 2005, de acordo com o site Hollywood Deadline. A temporada final das donas-de-casa de Wisteria Lane estreia no domingo.
Ao mesmo tempo da chegada de Ashton Kutcher, outro canal exibia os novos competidores de "Dancing with the Stars".
O programa teve sua pior abertura, com queda de 24% de audiência, mas ainda assim um número robusto: 18 milhões de espectadores.
Outro seriado comentado aqui no blog teve estreia tímida. "The Playboy Club", que passou mais tarde da noite, teve "apenas" 5 milhões de espectadores.
Melhor estreia da TV americana nesta segunda-feira agitada (sim, aqui ainda é segunda) foi "The Playboy Club".
O clipe acima está sem legenda, mas dá pra sentir o clima.
A história se passa no clube Playboy de Chicago, nos anos 60, e tem coelhinhas e mafiosos como protagonistas.
Um crime acontece logo de cara, e há algumas poucas cenas picantes (sexo no banheiro?).
Além do clube, também apareceram bastante a mansão Playboy e suas festas badaladas. O patriarca Hugh Hefner "surge" de costas, fumando um cachimbo.
Li em algum lugar que a voz é dele mesmo, mas tenho minhas dúvidas. Entrevistei ele por telefone no final do ano passado e foi dureza entender o velhinho. Dá pra ler a entrevista aqui.
E o bonitão da série, um advogado conquistador todo charmoso, vejam só.... é cara do Don Draper!
TV bombando hoje à noite. Teve também a estreia da nova temporada de "Dancing with the Stars". Nunca tinha visto, mas resolvi dar uma espiada.
Teve a participação "bombástica" de Chaz Bono, o filho de Cher e Sonny que nasceu mulher e passou por uma transformação.
O cara dançou mais ou menos, achei que a parceira fez todo o trabalho duro, ele realmente precisa perder a barriga gigante para dançar melhor. Mas a performance arrancou elogios dos juízes.
"Que gracinha", diz um juiz. "Linda estreia, ótima estreia, Chaz. Que orgulho." Outro juiz: "Chazzy, garoto, você dança mesmo!"
Outros competidores foram: a goleira da seleção americana Hope Solo (foto abaixo), com os pontos mais altos da noite, David Arquette, ex da atriz Courteney Cox, e Elisabetta Cannalis, ex do ator George Clooney.
Cannalis não impressinou. "Ela meio que desmoronou", disse um dos juízes.
Saiu o politicamente incorreto e desequilibrado Charlie Sheen. E entrou o "fofo" e "descamisado" Ashton Kutcher.
Foi assim a estreia de Kutcher nesta noite em "Two and a Half Men", seriado que existe desde 2003 e é uma das maiores audiências da TV americana.
Achei fraca, sem graça e burocrática.
O ator marido de Demi Moore substitui Sheen, demitido em março pela emissora por problemas com drogas e por falar mal dos produtores.
A nona temporada inicia com o velório do personagem de Sheen, chamado Charlie, um solteirão convicto, mulherengo, beberrão e autor de jingles.
Um dos mistérios dos últimos meses era como os produtores se livrariam dele. O suspense foi resolvido logo de cara:
Rose (Melanie Lynskey), a vizinha apaixonada, diz no velório que ele escorregou e caiu numa plataforma de metrô de Paris, sendo atropelado por um trem.
"Explodiu como um balão de carne", ela fala.
No velório também aparecem algumas ex-namoradas, que não poupam comentários sarcásticos, e sua mãe, Evelyn Harper.
Oportunista como sempre, ela aproveita a ocasião para anunciar a venda da casa do filho, na praia de Malibu (Califórnia), onde se passa a série.
O corpo de Charlie, no entanto, não aparece no caixão (fechado), dando espaço para uma possível "reencarnação" de Sheen no futuro (bem distante já que ele e a Warner estão brigando na justiça).
Depois vem a chegada de Walden Schmidt (Kutcher), um bilionário da internet com o coração partido.
Quando Alan, irmão de Charlie, vai jogar as cinzas do morto no mar, Walden aparece na porta da casa, como um fantasma, todo molhado. Diz que tentou se afogar porque foi abandonado pela mulher.
Pede para usar o telefone e trocar de roupa (o que faz no meio da sala - fotos abaixo e acima).
Os dois resolvem sair para tomar uns drinks, e Walden acaba conhecendo duas mulheres e as levando para a casa de Alan.
Ele diz que tem interesse em comprar a casa de Malibu, o que explica como vai acabar morando com Alan e seu filho, como fazia Charlie.
As piadas de sexo continuam, mas faz falta a figura de Sheen, como se fosse um novo seriado ou Kutcher fosse apenas um convidado especial.
Ele funcionava muito bem como o bobão de "That 70's Show". Mas, aqui, precisa ainda encontrar sua voz. Não deu para rir com nenhuma piada dele.
O episódio resolve de forma burocrática a saída de Charlie, diria até desrespeitosa para os fãs que o acompanharam por tanto tempo.
Das mais de 20 mil pessoas que assistiram à abertura da nova temporada no YouTube, com o bonitão Ashton Kutcher, 131 pessoas clicaram no botão "não gostaram". E apenas 74 no "gostaram".
Grande indignação na noite passada, na festa do Emmy, foi terem "esquecido" de Steve Carell na categoria melhor ator.
Na temporada passada de "The Office", ele se despediu da série que liderava desde 2005, como o chefe doido Michael Scott.
Ao todo, ele recebeu seis indicações de melhor ator, mas nunca levou nada. Ontem, ganhou pela segunda vez consecutiva Jim Parsons, o nerd (mala) de "The Big Bang Theory".
"O mundo da TV deve se envergonhar por nunca ter dado a Steve Carell um Emmy por Michael Gary Scott. Boa noite”, escreveu Rainn Wilson, o Dwight da série, no seu Twitter.
Mas Carell não deve se preocupar. Grandes da TV passaram sem nenhum Emmy e seguem extremamente influentes. Vejamos:
Jason Alexander, o George Costanza de "Seinfeld".
Nunca levou nada em oito anos da série, apesar das sete indicações. Seus colegas tiveram mais sorte -- Michael Richards (Kramer), levou três Emmys de ator coadjuvante, e Julia Louis-Dreyfus (Elaine), um por "Seinfeld".
Jerry Seinfeld e Larry David
Os dois criadores de "Seinfeld" só têm um Emmy na prateleira cada, quando o seriado foi eleito o melhor de comédia em 1993, e nada por atuação.
David criou e atua em "Curb your Enthusiasm", que recebeu apenas um Emmy (direção em 2003).
Charlie Sheen e "Two and a Half Men". O ator que foi um dia o mais bem pago de Hollywood não tem um Emmy. O seriado tem a maior audiência do gênero nos EUA.
Atores de "Mad Men". O seriado tem quatro Emmys consecutivos de melhor série dramática, mas nunca ninguém recebeu um Emmy de atuação. Injustiça com Jon Hamm.
Garry Shandling e "The Larry Sanders Show". Pouco conhecido no Brasil, este seriado da mesma época de "Seinfeld" foi bem influente nos shows que vieram depois, como "30 Rock".
Seu cocriador, Shandling, que estrelava como âncora de um programa ao vivo de entrevistas, nunca ganhou um Emmy por atuação. Apenas um por roteiro.
Abaixo, um trecho de "The Larry Sanders Show", quando ele recebe Alec Baldwin no programa (é um seriado de bastidores, muito engraçado).
“Mas é filme de criança?”, me perguntou um americano de roupão de cetim azul brilhante, na fila para ver “Super Xuxa contra o Baixo Astral”, ontem à noite.
Pois é, passei a ilustre noite de sábado num cinema antigo de Los Angeles com outras 80 pessoas para uma “festa do pijama”.
Tinha cerveja a dois dólares, sorvete de graça e tinta para pintar a cara (?). Senti uma brisa de baseado também.
A atração principal era o filme da Xuxa de 1988. Mas não só.
Os organizadores passaram também um trecho bem curto (e extremamente picante) de “Amor Estranho Amor” (1982). Sempre ouvi falar deste filme, mas nunca tinha visto. Chocante.
Ela chega seminua na cama de um garotinho dormindo, ele acorda, ela tira o resto da roupa, deita em cima dele, arranca seu pijama e o beija, beija, beija. Aí chega a Vera Fischer, as duas brigam e Vera xinga Xuxa de “your tramp!” (sua vagabunda!). Era uma cópia dublada. Os “ooohhh” da platéia eram muitos.
Talvez a cena tenha ajudado a explicar aos americanos porque o site do evento chamava Xuxa de atriz de “filme pornô-soft", ainda que ela só tenha feito este.
A descrição causou ira em brasileiros (fiquei sabendo do filme no site Na Telinha).
Hadrian Belove, chefe de programação da casa, disse que o site do cinema recebeu mais de 20 mil visitas em menos de seis horas na sexta-feira, a maioria do Brasil.
Ele recebeu tantos e-mails indignados que resolveu tirar o filme, o trailer e a descrição do site para acabar com o burburinho na internet.
Pensou em cancelar a festa, mas no final acabou até lendo um e-mail de um brasileiro furioso antes da sessão legendada.
“Xuxa é incrível, e o filme [‘Super Xuxa Contra o Baixo Astral’] é divertido, colorido, selvagem. E ela é incrivelmente sexy”, disse Belove à Folha, que descobriu o longa há quatro anos e virou fã.
“Não existe nada nos EUA como a Xuxa, é algo único.”
Também foram exibidos trechos dos programas de TV, como quando ela recebe Ayrton Senna num especial de Natal.
Ela pergunta para ele o que quer de presente, e ele responde que não pode falar na TV. É hilário e certamente ajudou a esquentar o clima.
Lembro de ter visto “Super Xuxa Contra o Baixo Astral” no cinema, na época da estreia, com minha mãe, em São Paulo. Rever foi bizarro. Em inglês, ficou "Xuxa contra o Down Mood".
É uma cópia tropical de “O Labirinto”. E Xuxa, com suas falas forçadas e ingenuidade debilóide, causou grandes risadas na platéia.
Guilherme Karan (foto do pé) está genial como o vilão Baixo Astral. E como tem propagandas da Coca-cola, um exagero!
No final, conversei com algumas pessoas e não cruzei nenhum brasileiro. Todos queriam saber mais informações sobre a tal da Xuxa. Não acreditavam que ela ainda tem um programa de TV.
“Vi a programação no site e achei interessante”, disse Ron Rogue, um americano que foi de pijama e levou outros três amigos.
“Não tinha mais nada para fazer em casa e qualquer coisa envolvendo pijamas eu estou dentro.”
O evento, chamado “Cinefama Pajama Party”, acontece duas vezes por mês no Cinefamily, antigo Silent Movie Theater, como dá pra ver no letreiro da foto acima (reparou no povo de pijama?).
Já passaram outros filmes curiosos como o desenho “The Last Unicorn” (1982) e “Skatetown U.S.A.” (1979), sobre uma turma numa pista de patinação e estreia do ator Patrick Swayze.
Falo das exposições de arte chicana pela cidade (nada de folclore ou gangues, como engana a linha fina), em especial uma que abriu no Lacma, retrospectiva do coletivo Asco.
As fotos do post são do grupo, de divulgação do museu.
Na coluna também falo de um livro sensacional sobre o começo da arte contemporânea angelena, "Rebels in Paradise", além de uma revista literária local e um guia com dicas de passeios a pé.
Fernanda Ezabella é correspondente da Folha em Los Angeles e escreve sobre a vida em Hollywood, as novidades do Vale do Silício e as aventuras do roller derby.
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