Fernanda Ezabella

Hollywood e outras viagens

 

Trailer - Angelina Jolie estreia como diretora

 
 

Trailer - Angelina Jolie estreia como diretora

Angelina Jolie estreia na direção e no roteiro com “In the Land of Blood and Honey", que estreia em dezembro nos EUA.

O longa conta uma história de amor no meio da guerra da Bósnia, estrelada por atores locais.

Vai ser lançado em duas versões, língua local e em inglês.

Escrito por Fernanda Ezabella às 15h43

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E esse tal de roller derby?

 

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Foto by Jess Reynolds, Varsity Brawlers x Tough Cookies, Los Angeles, abril de 2011.

Faz tempo estou para escrever sobre roller derby, mas nem sei por onde começar...

Este vai ser um post inicial e prometo seguir atualizando com as novidades (que são muitas e também vêm do Brasil).

Roller derby é um esporte amador, de contato, praticado de patins, numa pista oval. Pode ser tanto pista inclinada ou reta.

Foi criado nos anos 30 nos EUA e passou por várias modificações nos anos 50 e 70, incluindo performances de mentirinha como aquelas da luta livre.

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Foto by Jess Reynolds, Sirens x Fight Crew, Los Angeles, abril de 2011.

O roller derby moderno, que não tem nada de mentirinha, foi criado em 2001, quando umas meninas de Austin (Texas) resolveram tirar a poeira dos patins.

E o esporte explodiu de vez com o lançamento do filme “Whip it!” (2009), estreia na direção de Drew Barrymore, com Ellen Page.

No Brasil, saiu em DVD com o nome "Garota Fantástica".

Tenho praticado roller derby aqui em Los Angeles desde março e, por isso, não sei bem os termos usados em português. É dureza entender tantas regras, gírias e histórias numa outra língua.

Funciona assim: dois times disputam na pista para ver quem consegue marcar mais pontos.

Cada time tem cinco patinadoras, sendo que apenas uma pode marcar pontos. Esta é chamada de “jammer” e pontua cada vez que ultrapassa uma patinadora do time oposto.

Cada partida (chamada de “bout”) dura uma hora, com intervalos a cada 15 minutos. E os 15 minutos são dividos em pequenas partidas de 60 segundos (pista inclinada) ou 2 minutos (pista reta).

Então, recapitulando, a “jammer” tem 60 segundos para fazer mais voltas na pista, ultrapassando as bloqueadoras. Depois, as dez patinadoras são substituídas e novas “jammers” correm atrás de mais pontos.

Não pode dar cotovelada, empurrão nem botar o pé na frente para a outra tropeçar. Tem toda uma “ciência” de como “arremessar” a adversária pra fora da pista.

Se ainda assim não deu para entender, dá uma olhada no vídeo abaixo, bastante didático.

E o vídeo do jogo que rola neste sábado agora, em Los Angeles (ingressos aqui):

Sim, é violento, mas é obrigatório o uso de várias proteções, incluindo protetor bucal.

E, sim, é muito divertido também. Depois de três meses como parte da liga Derby Dolls, de Los Angeles, pude finalmente escolher meu “derby name”.

MAIS FOTOS - Dá para ver mais fotos sensacionais das LA Derby Dolls no Flickr da Jess Reynolds, aka Skeev Jobs.

E Para quem se animou e quer praticar no Brasil, procurem:

Em São Paulo:

Gray City Rebels (SP)

Ladies of Hell Town (SP)

Riot River Roller Grrrls (Piracicaba)

Roller Derby São José (São José do Rio Preto)

No Rio de Janeiro:

Sugar Loathe Derby Girls (Rio)

Paraná:

Blue Jay Rollers (Curitiba)

Espírito Santo:

Cranium Basher Dolls (Vitória)

Strip Rollers (Vila Velha)

Amazonas:

Royal Victory Derby Girls (Manaus)

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 03h54

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Pela Califórnia - Sequóias gigantes e alguns ursos

 
 

Pela Califórnia - Sequóias gigantes e alguns ursos

Outro parque bacana na Califórnia é o Sequoia National Park, a apenas 150 km de Yosemite.

Não é tão sensacional quanto Yosemite (post abaixo), mas fica no meio do caminho para quem vem de Los Angeles. Vale uma parada de um dia.

O Sequoia Park, mais vazio e tranquilo, é famoso pelas árvores gigantes, como a General Sherman, maior do mundo em volume (e não em altura - fotos do post). 

Foi aqui também que eu vi dois ursos (!), andando livremente, longe o suficiente para tirar umas fotos e seguir caminhando (na direção contrária, claro!).

Existe uma paranoia com os ursos. A cada km você cruza com uma placa avisando para guardar bem suas comidas, caso contrário os ursos aparecem. 

Até os lixos do parque são "anti-urso": tem que enfiar a mão num buraco da tampa de metal para conseguir abrí-lo.

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 18h48

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Pela Califórnia - Yosemite, tesouro natural

Um inverno com recorde de neve fez com que cachoeiras e rios chegassem cheios de força para a primavera e o verão no parque nacional de Yosemite, um dos destinos mais populares dos Estados Unidos e o principal tesouro natural da Califórnia.

É aqui que está a maior queda d'água do país, a Yosemite Falls, com 739 metros de altura, um dos inúmeros cartões-postais da região, conhecida como meca das cachoeiras e pelos dramáticos penhascos de granito.

A força das águas nesta temporada tem seduzido os turistas, que somaram quase 4 milhões no ano passado, mas também tem causado problemas: seis pessoas morreram afogadas e outras três sofreram quedas fatais nos últimos meses. Em média, o parque registra cinco mortes por ano.



"Os rios continuam altos. Estamos pedindo aos visitantes para que tenham cuidado e bom senso", disse uma representante da reserva, lembrando que uma das características de Yosemite é justamente por ser quase 95% de natureza selvagem.

Ainda assim, não há o que temer, apenas prestar atenção e obedecer as placas --uma bastante recorrente pede para armazenar bem a comida para evitar a aproximação de ursos. Também tente evitar os finais de semana, quando famílias inteiras partem dentro de trailers pelas estradas locais, assim como grupos de motoqueiros.

TUNNEL VIEW
Para quem chega de carro pelo portão ao sul, em direção à base do parque, o Yosemite Valley, a primeira vista a surpreender surge na saída do túnel Vista (Tunnel View, em inglês).

A passagem foi construída nos anos de 1930, de forma rústica e de propósito para dar ao motorista a visão emoldurada da cachoeira Bridalveil (véu da noiva), ao lado de outros picos importantes, como as formações rochosas Half Dome e o El Capitan, um monolito de granito com 1 km de altura.

Em junho, apesar do calor de 33º C, ainda dava para ver grandes nacos de neve pela floresta ao redor da estrada que leva ao Glacier Point, outro mirante com vista para as montanhas da High Sierra.



Se tiver mais de um dia por aqui, cheque as condições da Tioga Road e vá visitar o Mono Lake, apelidado de "mar Morto californiano" por ser três vezes mais salgado do que o oceano.

O lago tem uma das maiores concentrações de arsênico do mundo, levando a estranhas formações na sua superfície e atraindo inúmeros cientistas --como uma equipe da Nasa que em dezembro anunciou com estardalhaço a descoberta de uma bactéria "alienígena" que sobrevive com arsênico no lugar de fósforo.

Apesar do passeio rústico, Yosemite tem um supermercado com comidas e suvenires, além de uma lojinha refinada chamada Ansel Adams Gallery, com fotos assinadas do fotógrafo morto em 1984, celebrado pelas imagens em preto e branco do parque.

A entrada na reserva é US$ 20 por carro e vale por sete dias. Há hotéis dentro do parque, que lotam com meses de antecedência, mas que podem valem uma parada para o almoço, como o Ahwahee Hotel. Para quem não quiser dormir nas cidades da região, como Mariposa (da época áurea do garimpo californiano), uma opção são os 13 acampamentos locais (alguns não precisam de reservas, mas enchem até as 12h).

Veja mais fotos incríveis que tirei do parque na página do blog no Facebook

Pela Califórnia - Arte em L.A. e Barbie no museu

Este texto foi originalmente publicado na Folha.com.

Escrito por Fernanda Ezabella às 03h20

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Scarlett faz dueto natalino com Dean Martin

 

Quando o comediante e cantor Dean Martin morreu aos 78 anos, em 1995, Scarlett Johansson tinha apenas 11 aninhos.

Isto não impede, claro, que os dois façam um dueto. E, vejam só, um dueto natalino (!).

A música "I'll Be Home for Christmas" está no álbum de Martin lançado nesta semana, "My Kind of Christmas". É o único dueto do disco todo.

"Crescendo em Nova York, Natal nunca foi Natal sem Dino [apelido de Dean Martin]", diz Scarlett no livrinho do CD.

"Gravar no estúdio com o Sr. Martin nos meus fones de ouvido foi como se ele estivesse ali ao meu lado, cantando com aquele brilho malicioso nos olhos. Quando me pediram para cantar neste álbum, foi literalmente um sonho de infância se realizando."

Faz um tempinho que a atriz e ex-casete de Sean Penn tem um pé na música. Em 2008, lançou o álbum "Anywhere I Lay My Head", com covers de Tom Waits.

Abaixo, um vídeo da vedete cantando:

Foto: Reuters

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 19h00

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Meu papo com a Siri, estrela do iPhone 4S

A TV Folha editou um vídeo com minhas experiências com a Siri, o "assistente pessoal" do celular iPhone 4S, que responde por comando de voz.

O programa é realmente impressionante, mas tropeça de vez em quando.

Aqui vai um trecho da minha matéria na Folha.com e o link para o vídeo:

Meu novo assistente tem na ponta da língua uma lista com 13 restaurantes brasileiros em Los Angeles. Ele entende bem meu inglês com sotaque, toma notas das minhas observações, manda email e ajusta o despertador. Mas, quando pergunto sobre Steve Jobs, ele diz não ter ideia de quem seja. E, quando solto um palavrão, ele retruca: "Estou fazendo o meu melhor, Fernanda Ezabella". Continua...

Abaixo, está meu ping pong com Siri, sem cortes. Meio longo, mas divertido. 

Escrito por Fernanda Ezabella às 04h41

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Elvis Presley ganha filme em 2012

 
 

Elvis Presley ganha filme em 2012

Aproveitando o embalo Elvis do post anterior: Hollywood prepara uma cinebiografia do Rei para 2012.

O filme já tem diretor, John Scheinfeld, de acordo com a Hollywood Reporter. Ele dirigiu diversos documentários, como "Os EUA x John Lennon" (2006).

Mas este não será documentário. E ainda não foi escalado o ator que viverá Elvis.

Geralmente, para papéis fortes assim, produtores tendem a escolher desconhecidos. Alguma sugestão? 

"Fame & Fortune" será baseado no livro de Sonny West, "Elvis: Still Taking Care of Business", lançado em 2007.

West foi um dos melhores amigos e segurança particular de Elvis por 17 anos, até o astro se afundar numa espiral de autodestruição.

O filme deve ser lançado em 2012, para coincidir com o aniversário de 35 anos de sua morte.

Abaixo, um vídeo de Frank Sinatra apresentando Elvis e o próprio cantando "Fame & Fortune" num programa de TV.

Foto do site Elvis Presley Club

Escrito por Fernanda Ezabella às 19h36

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Pela Califórnia - Casa do Elvis em Palm Springs

Foi uma daquelas coincidências de viagem. Passávamos por Palm Springs, cidade no deserto californiano, 40 graus.

Paramos para comer e aproveitamos para dar uma olhada nas casas famosas.

Palm Springs, no passado, era o playground dos ricos e famosos de Hollywood, um refúgio para Frank Sinatra e Elvis Presley, por exemplo.

E ao chegar à casa de Elvis, bem quando tirávamos fotos do lado de fora, que o dono chegou. Não, não o Elvis (rsrsr). Era Reno Fontana, que comprou a propriedade em 2004 e, melhor de tudo, nos convidou para entrar.

O local, na verdade, é meio aberto ao público, mas apenas com agendamento. Como estávamos de passagem, ele nem cobrou os US$ 20.

Elvis e sua mulher, Priscilla, compraram a casa em 1970 e costumavam passar cerca de três meses por ano. Quando ele morreu, em 1977, esta e Graceland eram suas únicas propriedades.

Segundo Reno, Elvis passou seu último aniversário aqui e também compôs nove músicas. Era o seu "refúgio do mundo", de acordo com uma biografia de Priscilla Presley. 

Ao se separar dela, Elvis dava grandes festas ao redor da piscina, na época com a borda acarpetada de vermelho.

O quarto do casal permaneceu vazio, em respeito à ex-mulher. Ele construiu "um puxadinho", com um novo quarto, dois banheiros e uma sauna.

Reno até deixa os visitantes tirarem fotos dentro da sauna, mas nunca, jamais, JAMAIS, do banheiro do Rei.

Fiz um vídeo com ele, em inglês, infelizmente não deu tempo de fazer legendas.

Desde que comprou a propriedade, Reno tenta transformá-la na "Graceland da Costa Oeste". E, sim, ele mora na casa, com sua mulher.

Disse também que uma produtora ligada à Discovery Channel vai gravar uma grande reforma no local, com tudo pago, no final deste ano. Mas, ao procurar o canal, eles negaram qualquer envolvimento. Enfim, longa história...

Enquanto isso, se você passar por Palm Springs, não deixe de tocar a campainha e dar uma espiadinha pelos quartos. O endereço é 845 West Chino Canyon.

O vídeo abaixo é um tour (meio bêbado) pela sala de estar, ao som de Elvis. E no pé do post é próprio Reno falando.

Veja mais fotos na página do blog no Facebook

Escrito por Fernanda Ezabella às 03h45

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Pela Califórnia - Solvang, um pedaço da Dinamarca

A pequena Solvang, decorada com casinhas ao estilo europeu e moinhos de vento, tem mesmo clima de parque temático, embora tenha sido fundada por americanos-dinamarqueses, aventureiros que deixaram o Meio Oeste dos Estados Unidos em busca do sol californiano há exatos cem anos.

A cidade, cujo nome em dinamarquês significa "campo dourado", comemora seu centenário em 2011, organizando uma série de eventos até o final do ano (http://solvang100.com), como concertos, apresentações de corais e exposições de arte.

O ponto alto das festividades foi a visita do príncipe da Dinamarca Henrik, em junho, quando centenas de pessoas apareceram para saudá-lo.

Solvang tem apenas 5.000 habitantes e fica a 56 km da cidade costeira de Santa Barbara. Bandeiras de ambos países estão erguidas lado a lado em diversos estabelecimentos.

A arquitetura do norte europeu aparece na principal igreja local, a Bethania Lutheran, e na réplica da torre do século 17 "Rundetaarn", de Copenhague, instalada atrás de um dos quatro moinhos de vento da cidade.

Pelos poucos quarteirões turísticos, há dezenas de lojinhas espalhadas que vendem desde roupas típicas escandinavas a caixinhas de música e elaborados relógios-cuco (vale uma visita: Pebble People, na Copenhagen Drive, 1608 - foto acima).

Há também quatro padarias, nas quais o visitante pode experimentar os onipresentes cookies locais, os pães doces (foto abaixo) e os "aebleskiver", bolinhos de crepe com geléia dentro.

No restaurante mais antigo de Solvang, "Bit O' Denmark" (Alisal Road, 473), tente as especialidades dinamarquesas: "frikadeller" (almôndegas), "medisterpolse" (linguiça) ou o "rodkaal" (repolho). De sobremesa, dê um pulo na sorveteria Solvang Trolley (na Copenhagen Drive, 1618). Entre seus sabores, há o de "café brasileiro".

Nas tardes de quarta-feira, a cidade organiza um mercado na First Street, com flores, frutas e queijos, uma boa desculpa para fazer um pique-nique no parque local.

 


Nesta semana, prometo dar aqui no blog uma série de posts e fotos sobre viagens pela Califórnia.

 

E, na próxima semana, estarei na Nova Zelândia e pretendo postar de lá. Dicas são bem-vindas!

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 22h48

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Barbie e Ken, relíquias de museu

A Barbie acima é a Barbie número 1, "Teenage Fashion Model", primeira lançada pela Mattel, em 1959.

Já o Ken veio mais tarde, em 1961.

Ambos fazem parte do acervo do Lacma, maior museu da Costa Oeste americana, e estão numa retrospectiva sobre design californiano dos anos 1930 até 1965.

A exposição fica em cartaz até o final de março de 2012 e faz parte do projeto "Pacific Standard Time", que falei no post abaixo.

Ao lado dos bonecos, na foto acima, dá pra ver o "kit mobília", para acompanhar a "casa dos sonhos", feita de papelão, de 1962 (fotos abaixo).

Há também um vídeo com uma propaganda para a TV da Barbie de 1965. 

"Curioso" é que a Mattel é uma das patrocinadoras da exposição.

E não é de se espantar que, ao chegar ao final, na lojinha, há... adivinhem... uma Barbie para vender.

Claro, não é qualquer Barbie, e sim uma réplica da original, "com adoráveis detalhes", incluindo maiô listrado e um vestido preto de gala.

Presentão de Natal: US$ 40.

Na retrospectiva, há bastante mobiliário da época, assim como fotografias do desenvolvimento urbano radical de Los Angeles nos anos 20 e 30.

Após a Grande Depressão, a Califórnia era a promessa de vida nova (e ensolarada) para muitos da Costa Leste e do centro dos EUA.

Outro destaque da exposição é um "pedaço" da famosa Eames House, marco da arquitetura angelena, cuja construção terminou em 1949.

A fundação que cuida da casa, aberta para visitas com agendamento em Pacific Palisades, emprestou toda a sala para ser remontada no museu. Infelizmente, não dava para tirar fotos.

Para quem gosta de arquitetura, é um passeio imperdível quando em Los Angeles. Visite o site oficial da Eames House.

Para ver mais fotos de outras peças de design da exposição do Lacma, visite a página do blog no Facebook.

Escrito por Fernanda Ezabella às 03h41

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Arte em L.A. - 1945-1980

Mais de 60 instituições culturais do sul da Califórnia, incluindo os principais museus de Los Angeles, participam do mega projeto "Pacific Standard Time".

Com apoio de US$ 10 milhões do Getty Center, cada espaço está expondo um pedaço da história das artes criadas na região no pós-guerra, entre 1945 e 1980.

Começou neste mês e vai até abril.

O site oficial é bem sensacional, traz o calendário das mostras, dividido por região, por data ou por interesse, além de ter um aplicativo para celular.

Há também um jogo interativo no site que investiga seus interesses e sugere exposições.

Abaixo, um vídeo promocional do projeto, com Jason Schwartzman e o artista Baldessari (que persegue o ator em projeções em paredes e muros da cidade).

O músico Anthony Kiedis também participa de outro vídeo, abaixo, ao lado do artista Ed Ruscha (autor da pintura no topo do post, em exposição no Lacma). 

Os dois passeam de carro pelas ruas de L.A., conversando sobre arte. 

Um bom jeito de começar a explorar a "Pacific Standard Time" é com uma retrospectiva de design californiano no Lacma (visitei hoje à tarde e prometo postar mais sobre isto na segunda-feira). 

Ou com a exposição de pinturas e esculturas dos anos 50 e 70 no Getty.

Entre fevereiro e abril, o museu do Grammy abre uma mostra sobre a cena musical de Los Angeles entre 1945 1975. Imperdível.

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 03h31

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PERFIL

Silvio E. G. Cioffi Fernanda Ezabella é correspondente da Folha em Los Angeles e escreve sobre a vida em Hollywood, as novidades do Vale do Silício e as aventuras do roller derby.
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