Fernanda Ezabella

Hollywood e outras viagens

 

Arte

Barbie e Ken, relíquias de museu

A Barbie acima é a Barbie número 1, "Teenage Fashion Model", primeira lançada pela Mattel, em 1959.

Já o Ken veio mais tarde, em 1961.

Ambos fazem parte do acervo do Lacma, maior museu da Costa Oeste americana, e estão numa retrospectiva sobre design californiano dos anos 1930 até 1965.

A exposição fica em cartaz até o final de março de 2012 e faz parte do projeto "Pacific Standard Time", que falei no post abaixo.

Ao lado dos bonecos, na foto acima, dá pra ver o "kit mobília", para acompanhar a "casa dos sonhos", feita de papelão, de 1962 (fotos abaixo).

Há também um vídeo com uma propaganda para a TV da Barbie de 1965. 

"Curioso" é que a Mattel é uma das patrocinadoras da exposição.

E não é de se espantar que, ao chegar ao final, na lojinha, há... adivinhem... uma Barbie para vender.

Claro, não é qualquer Barbie, e sim uma réplica da original, "com adoráveis detalhes", incluindo maiô listrado e um vestido preto de gala.

Presentão de Natal: US$ 40.

Na retrospectiva, há bastante mobiliário da época, assim como fotografias do desenvolvimento urbano radical de Los Angeles nos anos 20 e 30.

Após a Grande Depressão, a Califórnia era a promessa de vida nova (e ensolarada) para muitos da Costa Leste e do centro dos EUA.

Outro destaque da exposição é um "pedaço" da famosa Eames House, marco da arquitetura angelena, cuja construção terminou em 1949.

A fundação que cuida da casa, aberta para visitas com agendamento em Pacific Palisades, emprestou toda a sala para ser remontada no museu. Infelizmente, não dava para tirar fotos.

Para quem gosta de arquitetura, é um passeio imperdível quando em Los Angeles. Visite o site oficial da Eames House.

Para ver mais fotos de outras peças de design da exposição do Lacma, visite a página do blog no Facebook.

Escrito por Fernanda Ezabella às 03h41

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Arte em L.A. - 1945-1980

Mais de 60 instituições culturais do sul da Califórnia, incluindo os principais museus de Los Angeles, participam do mega projeto "Pacific Standard Time".

Com apoio de US$ 10 milhões do Getty Center, cada espaço está expondo um pedaço da história das artes criadas na região no pós-guerra, entre 1945 e 1980.

Começou neste mês e vai até abril.

O site oficial é bem sensacional, traz o calendário das mostras, dividido por região, por data ou por interesse, além de ter um aplicativo para celular.

Há também um jogo interativo no site que investiga seus interesses e sugere exposições.

Abaixo, um vídeo promocional do projeto, com Jason Schwartzman e o artista Baldessari (que persegue o ator em projeções em paredes e muros da cidade).

O músico Anthony Kiedis também participa de outro vídeo, abaixo, ao lado do artista Ed Ruscha (autor da pintura no topo do post, em exposição no Lacma). 

Os dois passeam de carro pelas ruas de L.A., conversando sobre arte. 

Um bom jeito de começar a explorar a "Pacific Standard Time" é com uma retrospectiva de design californiano no Lacma (visitei hoje à tarde e prometo postar mais sobre isto na segunda-feira). 

Ou com a exposição de pinturas e esculturas dos anos 50 e 70 no Getty.

Entre fevereiro e abril, o museu do Grammy abre uma mostra sobre a cena musical de Los Angeles entre 1945 1975. Imperdível.

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 03h31

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As Joias de Elizabeth Taylor

Mais de 250 joias da atriz Elizabeth Taylor (1932-2011) vão a leilão em dezembro pela Christie's, que espera arrecadar entre US$ 30 e 50 milhões em dois dias de vendas.

Haverá ainda outros dois dias de leilões para roupas, obras de arte e souvernires. No total, serão 2.000 objetos.

Antes das vendas, a coleção irá viajar pelo mundo, em curtas exposições por Genebra, Dubai, Paris e Hong Kong.

Em Los Angeles, estará entre 13 e 16 de outubro no museu Moca, com ingressos a US$ 20. Veja outras datas no site oficial.

 

Colar de pérolas, rubis e diamantes, desenhado por Elizabeth Taylor e Cartier, presente de Richard Burton.

Estimado entre US$ 2 milhões e US$ 3 milhões 

 

 

Jaqueta Halston, dos anos 80, estimada entre US$ 1.000 e US$ 2.000

 

Espelho do filme "Cleopatra" (1963), de ouro e turquesa, da Bvulgari, estimado entre US$ 8.000 e US$ 12.000

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 14h32

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Diário de Los Angeles - Ilustríssima

 
 

Diário de Los Angeles - Ilustríssima

Hoje, no caderno Ilustríssima da Folha, tem minha coluna Diário de Los Angeles.

Leiam aqui (para assinantes Folha ou Uol)

Falo das exposições de arte chicana pela cidade (nada de folclore ou gangues, como engana a linha fina), em especial uma que abriu no Lacma, retrospectiva do coletivo Asco.

As fotos do post são do grupo, de divulgação do museu.

Na coluna também falo de um livro sensacional sobre o começo da arte contemporânea angelena, "Rebels in Paradise", além de uma revista literária local e um guia com dicas de passeios a pé. 

Escrito por Fernanda Ezabella às 14h57

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O zodíaco de Ai Weiwei

 
 

O zodíaco de Ai Weiwei

Até fevereiro, o museu Lacma expõe ao ar livre a instalação "Circle of Animals/ Zodiac Heads", do artista chinês Ai Weiwei.

É a primeira grande escultura pública feita por Weiwei, artista contemporâneo mais famoso (e portanto polêmico) da China.

No total, são 12 cabeças de bronze dos animais do zodíaco chinês, instaladas em círculo.

Weiwei é conhecido por fazer referências à história do seu país. Aqui, ele recriou as cabeças que adornavam uma fonte no antigo palácio imperial de verão de Pequim, datadas de 1750 e saqueadas em 1860 por tropas franco-inglesas durante a Segunda Guerra do Ópio. 

Em 2009, as cabeças originais do rato e do coelho foram a leilão, causando indignação e humilhação aos chineses. Um deles chegou a dar os lances mais altos da noite, mas, no final, não fez nenhum pagamento em protesto.

A instalação de Weiwei está em tour pelos EUA e Ásia. 

Weiwei virou uma das vozes mais fortes pela liberdade de expressão no país. Acabou detido em abril e só liberado três meses depois, após pagar fiança. Ele está proibido de deixar Pequim.

Escrito por Fernanda Ezabella às 02h45

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Uma foto com Miranda July

Até o dia 23 de outubro, do lado de fora do Pacific Design Center, em Los Angeles, estão obras de Miranda July.

A artista, escritora e diretora americana é destaque da edição deste mês da “Serafina”, revista da “Folha de São Paulo”. Foi entrevistada pelo colega e querido Ivan Finotti, aqui em Los Angeles. Tem um textinho meu lá sobre ela, junto com outro do Dean Goodman, meu parceiro kiwi. Eu gosto, ele odeia.

As esculturas fazem parte da exposição “Eleven Heavy Things”, criadas originalmente para a 53ª edição da Bienal de Veneza, em 2009.

Se você passar por aqui, não fique com vergonha. Pode subir em cima dos pedestais, enfiar o dedão ou a cara nos trabalhos. Se joga. E não esqueça de tirar fotos para dividir com os amigos.


 

As fotos do post são minhas e do Dean. Há outras aqui, site oficial da artista.

Miranda acabou de lançar um filme, "The Future". Deve estar na Mostra de Cinema de São Paulo. Abaixo, o trailer.

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 02h45

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Pechincha imobiliária em Los Angeles

 
 

Pechincha imobiliária em Los Angeles

Queria ter feito esse post antes, mas tarde demais.

A Ennis House, um dos projetos arquitetônicos mais importantes dos EUA, foi finalmente vendida, no mês passado, por US$ 4,5 milhões _uma pechinha perto do preço inicial de US$ 15 milhões.

Desenhada por Frank Lloyd Wright no começo dos anos 20, a residência está no topo de uma montanha no bairro Los Feliz, em Los Angeles.

Foi feita com 27 mil blocos, com design inspirado nos maias. Dá para ver uns pedaços no filme "Blade Runner".

A casa estava à venda desde 2009. E o preço foi caindo devido aos restauros necessários.

Segundo um diretor do museu Lacma, que chegou a avaliar a compra do imóvel para a instituição, seriam necessários US$ 12 milhões só em reformas.

A residência já havia passado por obras de US$ 6 milhões após ser danificada com o terremoto de 1994 e pelas fortes chuvas em 2005.

O novo proprietário da casa é o bilionário americano Ron Burkle, que mora em Londres, é dono de uma empresa de investimentos e costuma levantar fundos para os democratas.

Ele faz parte do comitê Frank Lloyd Wright Building Conservancy e assinou uma cláusula se comprometendo a continuar as reformas e abrir o local 12 dias por ano para visitas públicas.

Numa pesquisa do jornal "Los Angeles Times" de 2008 entre historiadores e arquitetos, a Ennis House ficou em terceiro lugar entre as melhores casas do sul da Califórnia.

Na frente vieram a Kings Road House, de Rudolph Schindler, em Los Angeles, e a Kaufmann House, de Richard Neutra, em Palm Springs.

Escrito por Fernanda Ezabella às 15h32

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Vik Muniz na capa da NY Times Magazine

 

O brasileiro Vik Muniz, radicado em Nova York há milênios, ilustrou a capa da revista semanal do jornal "The New York Times".

A matéria de capa é sobre o "restaurateur" de Manhattan Danny Meyer. Pode ser lida aqui de graça, em inglês.

Outro brasileiro que apareceu no jornal neste domingo foi o comediante Rafinha Bastos. A longa entrevista com ele foi feita pelo repórter Larry Rohter, aquele mesmo que afirmou que o então presidente Lula tinha problemas com álcool.

A íntegra já tinha saído no site do jornal, na quinta-feira. E pode ser lida aqui.

 

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 14h20

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Aplicativo Banksy

 

Quando o Banksy veio a Los Angeles no começo do ano fazer campanha pelo Oscar de documentário, a cidade foi à loucura.

A cada novo grafite que surgia nos muros, especulava-se: "Foi ele?"

Se confirmado que sim, alguém ia lá tentar arrancar o naco da parede. E aconteceu de verdade!

Mas seus problemas acabaram! Quer dizer, mais ou menos.

O Gizmodo noticiou hoje que foi criado um aplicativo de celular que informa aonde estão os grafites do grafiteiro misterioso.

A maioria está em Londres, onde aparentemente ele vive.

O aplicativo custa US$ 1,99 e eu paguei pra ver. Mas não chega nem a abrir! Seria mais uma piadinha do artista? 

A foto acima é de um grafite dele feito atrás de uma loja no bairro de Westwood. O lugar virou ponto turístico, mas recentemente passei por lá e o desenho foi apagado.

Para quem estiver em LA e quiser ver seus trabalhos, visite a exposição "Art in the Streets", em cartaz até 8 de agosto.

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 14h11

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As sopas de Andy Warhol

 
 

As sopas de Andy Warhol

   

Andy Warhol, mais exposto do que Lady Gaga em dia de festa, teve sua primeira mostra individual há 49 anos, em Los Angeles, na Ferus Gallery.

Em cartaz, uma instalação com 32 pinturas em silkscreen de latas de sopa Campbell. Era 9 de julho de 1962.  

Ninguém entendeu nada, pouca gente foi ver. O expressionismo abstrato ainda tinha força. Como assim alguém se atreve transformar latas de sopa em obras de arte? 

Meia dúzia de pessoas levou algumas telas para casa, incluindo o ator Dennis Hopper. Preço: US$ 100.

Para lembrar a data, o MOCA está expondo a instalação até 19 de setembro (foto acima).

E no dia 18 de agosto o museu exibe o filme "The Cool School"(2007), sobre a importância da Ferus Gallery no cenário artístico de Los Angeles. Há entrevistas com Ed Ruscha, Frank Gehry, Dennis Hopper, Irving Blum. A narração é de Jeff Bridges.

Escrito por Fernanda Ezabella às 14h43

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Ed Ruscha cruza com Jack Kerouac

 

Desde que cheguei em Los Angeles, tenho uma lista das personalidades dos sonhos que gostaria de entrevistar. São pessoas famosas, claro, mas que também simbolizam o espírito da cidade.

Uma delas era Ed Ruscha, o pintor pop e fotógrafo conceitual. Ele não nasceu na Califórnia, mas começou sua carreira aqui. Sua obra pinga Los Angeles, estradas, deserto. 

Conversei com Ruscha por telefone faz um mês mais ou menos. Pessoa generosa, de fala mansa, tranquilão. Apesar da idade, ainda trabalha como louco. Só aqui em LA já vi duas exposições com obras inéditas em apenas seis meses.

Uma foi a "Psycho Spaghetti Westerns", na galeria Gagosian, com pinturas de montanhas de lixos jogadas na estrada, portas de madeira, latinha de refrigerante. Numa delas, no meio da bagunça, um gibi colorido, reminiscência da sua infância. Ele diz que começou a se interessar por arte por causa de um vizinho cartunista.

A segunda foi o motivo da entrevista, "On The Road", em cartaz no Hammer Museum até 2 de outubro. Ele fez pinturas com frases inteiras tiradas do livro de Jack Kerouac e reeditou o livro de mesmo nome incluindo fotografias. 

A entrevista saiu no caderno Ilustríssima do domingo passado. 

Paisagismo Beat - Ilustríssima - 24/07/11

Foi com uma mala velha, algum dinheiro no bolso e um amigo do lado que Edward Ruscha partiu em seu primeiro carro, um Ford sedã 1950, rumo à Route 66. Aos 18 anos, deixava para trás a casa dos pais, na provinciana Oklahoma City, com destino a Los Angeles, aonde chegou 2.139 km e três dias depois. Começava ali, no Chouinard Art Institute, não apenas sua vida de estudante de fotografia e pintura mas também a de pioneiro da pop art e da arte conceitual.

Para o jovem Ruscha (pronuncia-se ru-chei), aquela viagem iniciática se repetiria ao longo dos anos, quando ele ia visitar a família ou saía de férias com amigos. As marcas da mítica Route 66 se multiplicaram em seu trabalho: insinuam-se entre os flagrantes de desolação colhidos para o primeiro de seus muitos livros conceituais, "Twentysix Gasoline Stations" (26 postos de gasolina), de 1963 --o mesmo ano de sua primeira individual--, e nas paisagens de carros, letreiros e horizontes coloridos.

"As estradas americanas mudaram dramaticamente", observa Ruscha, 73, em entrevista por telefone à Folha, com a fala mansa curtida num sotaque que entrega suas raízes do Meio-Oeste --região que abriga, além do Oklahoma da juventude, seu Nebraska natal. "Nos velhos tempos, você podia realmente pegar carona, levantar o polegar, ser apanhado por alguém e levado por aí. Não dá para fazer isso hoje numa auto estrada. É uma cultura que se foi."

continua aqui

 

Acima, retrato do artista em 2008 tirado por Gary Regester.

Mais acima ainda, quadro "Back of Hollywood"(1977).

E abaixo, duas fotos das telas em exposição no Hammer.

Galeria de fotos com obras antigas de Ed Ruscha

 

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 14h10

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Comic Con - É Carnaval! (parte 4)

 
 

Comic Con - É Carnaval! (parte 4)

 

From COMIC-CON - terceiro e quatro dia

From COMIC-CON - terceiro e quatro dia
From COMIC-CON - terceiro e quatro dia
From COMIC-CON - terceiro e quatro dia
From COMIC-CON - terceiro e quatro dia

É aqui eu encerro as fotos do Comic-Con.

O evento terminou no domingo, mas por problemas técnicos posto as fotos só agora. E abaixo, outras matérias dos filmes e seriados apresentados.

Jorge Garcia, ator de "Lost", volta para outra ilha

Diretores veteranos se entregam ao 3D no Comic-Con

Branca de Neve de Kristen Stewart usará armadura e espada

Escrito por Fernanda Ezabella às 16h46

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Comic-Con - Tom Morello lança HQ


No Comic-Con 2010, o reggaeman Ziggy Marley lançou seu "Marijuanaman", quadrinhos sobre um super-heroi que reage à fumaça de maconha.

Neste ano, o músico da vez a lançar uma HQ é Tom Morello, líder do Rage Against the Machine.

De comum, além da música, ambos são bastante politizados (e polêmicos).

A história futurística de Morello se chamará "Orchid", sobre uma prostituta de 16 anos que precisa sobreviver num "lamaçal de favelas" dominado por ricos "mãos de ferro", de acordo com o release.

O lançamento será só em outubro. 

A cada número, a HQ trará uma música de Morello que servirá de "trilha sonora" para a trama. Ele lança um disco novo com o projeto The Nightwatchman em 30 de agosto. 

A arte será feita por Scott Hepburn ("Star Wars: Knights of the Old Republic") e a capa será desenhada pelo artista Shepard Fairey (aquele do cartaz do Obama).

Morello, ao lado da editora Dark Horse, fez o anúncio ontem no Comic Con, que acontece em San Diego até domingo. Disse que "Orchid" será "o Spartacus das prostitutas".

Também falou que cresceu lendo gibis, mas deixou as histórias de lado quando pegou na guitarra. "Os quadrinhos amadureceram muito enquanto eu estava fora criando minha carreira de roqueiro", disse Morello, que garante ter escrito a história sozinho.

Comic-Con 2011 

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 13h34

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PERFIL

Silvio E. G. Cioffi Fernanda Ezabella é correspondente da Folha em Los Angeles e escreve sobre a vida em Hollywood, as novidades do Vale do Silício e as aventuras do roller derby.
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