Fernanda Ezabella

Hollywood e outras viagens

 

Viagens

Roller Derby - jogão no sábado em L.A.

 
 

Roller Derby - jogão no sábado em L.A.

Sábado tem jogão de roller derby em Los Angeles:

L.A. Ri-Ettes, o dream team da liga Los Angeles Derby Dolls, contra o Team Bionic, dream team da liga Missile Mountain Roller Derby (de Colorado Springs).

Os ingressos custam entre 18 e 40 dólares e podem ser adquiridos no site oficial. As portas abrem às 18h, e o jogo começa às 20h (2am no Brasil).

Para quem está longe, dá para ver online de graça no Derby News Network

Abaixo é a vinheta sensacional para a abertura da temporada dos jogos. 

Dia 21/01 foi o primeiro jogo do ano, Ri-Ettes contra Wildfires (dream team de San Diego).

Abaixo um vídeo com o recap da noite. O time de LA ganhou de 140 a 115.

Escrito por Fernanda Ezabella às 17h45

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Agendão - Oscar, Lana del Rey e cogumelos

Antes das atividades do Oscar, amanhã, terça (7), a cantora-sensação Lana del Rey aparece na megaloja de música Amoeba.

Show começa às 19h30, portas abrem às 18h, entrada gratuita.

EVENTOS DO OSCAR

Dia 22 tem painel com os indicados a melhor documentário (curta e longa) na sede da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

Ingressos começaram a ser vendidos na sexta e costumam evaporar rapidinho. Custa US$ 5 cada.

Dia 23 tem painel com indicados ao Oscar de animação e, no dia 25, com os indicados ao Oscar de filme estrangeiro. Dia 26 é a cerimônia.

COGUMELOS

Dia 12 tem um festival de cogumelos. E dia 11 tem uma caça (??) a cogumelos para o festival.

Mais informações no site da Los Angeles Mycological Society.

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 17h39

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Enquanto isso, numa loja de Park City

 
 

Enquanto isso, numa loja de Park City

Escrito por Fernanda Ezabella às 02h11

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Um parque para ver o pôr-do-sol

 
 

Um parque para ver o pôr-do-sol

Outro lugar bacana de Los Angeles para ver o sol se por (ou fazer um pouco de exercício e queimar os x-burgers) é o Runyon Canyon Park, entrada gratuita.

Dá para ter uma visão linda da cidade, ver o letreiro de Hollywood, casas chiques de Hollywood Hills e, talvez, cruzar com alguma celebridade.

Costumo fazer caminhadas por lá sempre que possível. Já vi o Oscar do "The Office" e a Lynette do "Desperate Housewives".

O parque é uma descida só (ou subida), e o povo vai para caminhar, levar o cachorro pra passear (muitos) ou até mesmo correr.

Dá para entrar pelo portão sul -- no final da Fuller Avenue, em Hollywood -- ou pelo portão norte -- na altura dos 7300 da Mulholland Drive.

Escrito por Fernanda Ezabella às 03h43

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Um museu para ver o pôr-do-sol

O Getty pode não ter a melhor coleção de arte de Los Angeles, mas tem os jardins mais lindos, no alto de uma montanha.

É o lugar perfeito para fazer um piquenique no final de tarde e ver o sol se pondo.

O restaurante-lanchonete dentro do museu vende até queijos e frutas em pacotes especiais, além de vinhos e cerveja.

É um lugar enorme, de arquitetura meio brega, mas vale o passeio. A entrada é gratuita, mas o estacionamento é US$ 15 (não vejo outra forma de chegar lá sem ser de carro...)

Outro lugar para ver jardins maravilhosos: Huntington Library, em San Marino, meia hora de carro saindo de Hollywood.

Tem jardim japonês, floresta tropical, vegetação de deserto, centenas de cactus.  

Outros museus imperdíveis, dependendo da exposição: Lacma e Moca.

Para quem quiser acompanhar o blog, siga a página no Facebook

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 14h55

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Cenas da Copa do Roller Derby

Para encerrar o assunto e partir para outra, seguem umas fotos do campeonato em Toronto, que acabou no domingo.

A taça das americanas.

O patins de crochê do bebê.

A jogadora sexy inglesa Violet Attack.

A tatuagem novinha de patins ("fiz ontem!").

A homenagem do mano às minas ("It's better than yours", diz a calcinha - é melhor que o seu)

O cantinho dos médicos e massagistas (sim, a gente também tinha!)

A hora do hino.

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 07h18

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Missão cumprida - 1a Copa do Mundo de Roller Derby

A primeira Copa do Mundo de Roller Derby terminou ontem em Toronto. Como esperado, os EUA dominaram tudo e acabaram com o Canadá na final com o placar 336-33.

O Brasil jogou seis vezes e perdeu todas. Mas ainda assim foi missão cumprida: viemos para aprender e voltamos com muito mais experiência (e muitas dores no corpo).

É preciso dizer que conseguimos fazer 138 pontos na França, com quem jogamos duas vezes e, primeiro, perdemos de 28 x 212. Foi nosso melhor jogo e contra um time bastante forte e violento.

Contra a Escócia, nossa última partida, tínhamos chances reais de ganhar. Chegamos a ficar 18 pontos atrás delas. Mas estávamos acabadas. Joguei mesmo contundida e agora pago o preço (mancando...).

No total, ficamos em 12o lugar, na frente da Argentina, que teve apenas quatro partidas.

Não jogamos contra as "hermanas" e ficou no ar a dúvida se ganharíamos mesmo delas. Será?

As fotos são de Hale Yeah, nosso fotógrafo oficial. A primeira é da Nanda (aka Brazilian Nut) com a adversária da Irlanda. A segunda é da Bianca (aka Lobster) contra a França. 

As duas foram nossas "jammers" masters, arrancaram muitos pontos para o time.  

Nossos resultados ficaram assim:

 

Brasil 64  x 113 Escócia

Brasil 17  x 213 Irlanda

Brasil 138 x 212 França

Brasil 7    x 408 Canadá

Brasil 28 x 212 França

Brasil 30 x 163 Suécia

 

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 14h18

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Dia de treino em Toronto


 

Ontem foi nosso primeiro treino aqui em Toronto para a 1a Copa do Mundo de Roller Derby.

Conhecemos nossa treinadora local, OMG WTF, praticamente uma lenda do roller derby do flat track nos EUA. 

E também patinamos todas juntas pela primeira vez. Como disse antes aqui no blog, muitas jogadoras vem de cidades diferentes - São Paulo, Rio de Janeiro, Los Angeles, Nova York, Stuttgart...

Cada uma tem um nível de roller derby, é um time bastante "eclético", digamos assim. 

Antes do treino, fizemos um jogo de aquecimento com as americanas, melhor time do mundo, e sobrevivemos (foto abaixo, de Diane Doiron, do National Post)

Foi meio frustante no começo, estávamos meio estabanadas, mas, depois do treino, acho que ficamos mais "ligadas".

Hoje é nosso primeiro jogo, contra Suécia. Vai ser dureza...

As outras duas fotos acima do post são de Jason Colby - Studio Trash Photography.

Abaixo, é do meu celular, do ginásio onde vai rolar o evento. A pista está marcada com fita e corda. Bem simples.

E são duas pistas debaixo do mesmo teto. Muita gente reclamou, vai ser muito barulho de apito... 

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 15h25

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Black Dahlia e a 1a Copa do Mundo de Roller Derby

Foto by Brian Macke

A americana Dale Rio, a.k.a. Black Dahlia (foto), é uma globetrotter dos patins.                   READ THE ENGLISH VERSION

Começou jogando roller derby na L.A. Derby Dolls, passou por times de Nova York e Seattle, fundou uma liga da Nova Zelândia e hoje vive viajando para dar treinamentos.

Mais importante, ela é uma das criadoras da 1ª Copa do Mundo de Roller Derby, que acontece entre quinta e domingo em Toronto, no Canadá.

Junto com Lindy Hartsfield, a.k.a. Robin Graves, Dahlia fundou em 2006 a revista especializada em roller derby “Blood & Thunder”, organizadora oficial da Copa do Mundo.

São 13 seleções no total e, SIM, o Brasil tem um time (do qual faço parte, aliás...).

Para saber mais sobre a Copa, pule aqui. Ou, para  saber que raios é isto de roller derby, pule para cá.

A seguir, uma entrevista que fiz com Dahlia, 40, por e-mail. 

Folha - Como surgiu a ideia de fazer a primeira Copa do Mundo? Por que agora?

Dahlia - Uma amiga da Nova Zelândia participou de um jogo informal tipo “time Mundo” contra “time EUA” e, depois da partida, ela e outra jogadora ficaram conversando sobre como seria incrível se algum dia existisse uma copa do mundo de roller derby. Eu não consigo esquecer uma boa ideia, então isto ficou comigo por vários anos e este ano simplesmente me pareceu o momento certo.

Folha - Como você compara a qualidade do roller derby jogado em lugares tão diferentes, na América do Sul, Oceania, Europa e América do Norte? Quem são os favoritos?

Dahlia - Não posso comentar sobre quem são os favoritos. Porém, quatro times foram escolhidos para liderar as chaves de acordo com a experiência. Então, em teoria, estes seriam os times para prestar atenção (Canadá, Inglaterra, Alemanha e EUA). No entanto, nunca se sabe, sempre há possibilidades de surpresas. O roller derby agora está em diferentes estágios pelo mundo... É interessante quando viajo para dar treinamentos, posso ver paralelos entre onde outros países estão agora no desenvolvimento do esporte e onde nós estávamos em vários outros estágios nos EUA.

Folha - A seleção brasileira tem jogos bem difíceis pela frente. Que conselhos daria às jogadoras?

Apenas mantenha a mente aberta para aprender. Mesmo que perca, há muito para aprender jogando. Tire vantagem da quantidade de roller derby a ser visto nesta semana, e, mesmo que não esteja jogando, assista a todos as partidas possíveis e observe as diferentes estratégias de cada time. Converse com outras jogadoras sobre treinamento e tente sair da copa com o máximo de informação possível. Tome notas. E não esqueça de dormir e beber água o suficiente!

Folha - Quantas pessoas são esperadas e quanto custou para organizar a copa?

Temos aproximadamente 260 patinadoras participando e nossos 1500 ingressos estão esgotados (a primeira leva de ingressos VIP foi vendida em 12 horas, e quando abrimos outros 100, acabaram em sete minutos!). Não temos ainda o total das despesas, mas basta dizer que organizar isto tudo está custando bem mais do que todos imaginavam. Mas é mais importante para nós fazer um evento de qualidade, no qual todos são bem tratados, do que fazer lucro.

Folha - Pode falar um pouco da sua jornada pessoal? Como começou na LA Derby Dolls e onde está agora?

Comecei jogando em 2003. Tinha acabado de mudar para Los Angeles de Nova York e recebi um email de uma conhecida em NY me contando que tinha acabado de começar uma liga por lá e se eu gostaria de fazer parte. Bad timing! Disse que tinha me mudado e ela falou que uma amiga estava iniciando um liga em L.A. Eu me juntei a elas e fiquei por lá por dois anos até ir para a Nova Zelândia, onde fundei a liga Pirate City Rollers. Nos anos seguintes, me mudei bastante, treinei por alguns períodos com as Gotham (NY) e passei um ano com as Jet City. Na minha última passagem por Nova York, machuquei o joelho e resolvi me mudar para a Filadélfia. Fiquei sem patinar por um ano. Comecei do zero com a Philly Roller Girls até o trabalho com a Copa do Mundo me fazer sair de cena de novo. Quando a copa acabar, volto a patinar!

Visite o site oficial da Copa do Mundo

Veja os jogos ao vivo a partir de quinta no DerbyNewsNetwork

Siga a seleção brasileira no Facebook 


 

 

Escrito por Fernanda Ezabella às 06h02

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Thanksgiving: é dia de peru!

 
 

Thanksgiving: é dia de peru!

O peru é um constante personagem de filmes e seriados americanos.

Ele está sempre lá, todos os anos, na mesma época, nos especiais de TV e vez ou outra em pontas no cinema.

Seja comédia ou drama, geralmente o peru acaba mal, voando pela sala, estraçalhado ou queimado. Pior, às vezes é esquecido, vira um extra qualquer na mesa de jantar.

Americano leva o peru muito a sério no "Thanksgiving", feriado de Ação de Graças, hoje.

Tem até um 0800 dedicado a tirar dúvidas sobre como assar o peru. Chama Butterball Turkey-Line (1-800-288-8372).

Funciona entre novembro e dezembro, nos EUA e Canadá, em inglês e espanhol. Foi fundado há 30 anos (!) e hoje são mais de 50 atendentes que respondem cerca de 100 mil perguntas nos dois meses.

Com certeza eu não estarei "ligando"... O congelador aqui de casa está cheio de pão de queijo esperando uma boa desculpa.

E se você quiser entender o que raios é o Thanksgiving, deixo a garotinha da Família Adams explicar:

Falando sério: é um feriado originalmente para se comemorar a boa colheita do ano, de acordo com o Wikipedia.

Começou no século 17, quando colonos de Plymouth (Massachusetts) fizeram uma grande festança para agradecer a Deus pela boa safra. A comilança contou com a presença dos índios, que haviam dado sementes aos europeus e também ensinado a pescar.

Aliens, segundo "South Park", também se envolveram na festa. 

E o "Thanksgiving" de Charlie Chaplin, em filme de 1926.

Escrito por Fernanda Ezabella às 05h56

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Peter Jackson de "Calhambeque Mágico"

 
 

Peter Jackson de "Calhambeque Mágico"

Virou lenda urbana em Wellington: Peter Jackson estaria circulando pela cidade com o carro do filme dos anos 1960 "O Calhambeque Mágico".

A assessora do diretor neozelandês confirmou que ele comprou o automóvel vintage original do musical britânico e o levou para o capital do país.

Mas ainda ninguém tirou foto dele ou de seus filhos dirigindo tal preciosidade, embora os jornais locais afirmem que seja verdade.

A foto acima é do carro do filme infantil e de um motorista não identificado, do site www.stuff.co.nz.

De acordo com o site, Peter Jackson planeja levar o automóvel para o Hood Aerodrome, em Masterton, onde será possível dar uma voltinha em troca de doações para caridade.

Escrito por Fernanda Ezabella às 18h38

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Ditadores e poderosos em Auckland

 
 

Ditadores e poderosos em Auckland

Impagáveis as propagandas da companhia de energia Powershop, aqui na Nova Zelândia.

No pôster acima, Rupert Murdoch aparece vestido de hare krishna ou algo do gênero. Vi outro pôster também com Richard Nixon fantasiado de ativista black power.

Diz a propaganda: "mesmo poder, atitude diferente".

Nem todo mundo gostou. A empresa fez cartazes com Saddam Hussein e  Kim Jong-il, mas acabou retirando antes do tempo. As fotos abaixo são do site oficial da empresa.

Escrito por Fernanda Ezabella às 22h43

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A difícil arte de achar um kiwi

Antes da fruta kiwi, veio o passarinho kiwi, símbolo da Nova Zelândia.

É um animal bastante sui generis, que não voa e tem hábitos mais parecidos com o de um mamífero.

É típico da Nova Zelândia e, por isso, os neozelandeses são também conhecidos como kiwis.

E, desde que juntei meus trapos com um, tento ver um kiwi, o tal do passarinho.

Os zoológicos de Los Angeles e de Washington têm áreas dedicadas a eles. Fui aos dois, esperei um tempão e nada do kiwi aparecer.

Acontece que a ave, por não voar, é um animal noturno, que só sai para procurar comida à noite.

Para conseguir ver um nos zôos, é preciso entrar em lugares especiais, fechados, silenciosos, escuros e dar sorte.

 

Foi finalmente vindo à Nova Zelândia que consegui ver.

As fotos deste post são de kiwis empalhados, tiradas numa exposição no parque Raibow Springs, em Rotarua, antes de entrar no local especial para tentar ver as aves vivas.

De novo, foi a mesma história. Mas o espaço fechado e escuro era bem maior, uma floresta protegida por vidros e algumas luzes discretas.

Consegui ver dois. Foi estranho porque esperava um bichinho pequeno, fofinho, e o tal kiwi era bem grande.

Infelizmente, era proibido tirar fotos.

Os animais são super sensíveis e quase foram extintos. Mas hoje existem diversos centros e reservas dedicados aos kiwis, como este zôo em Rotarua. Vale a visita.

KIWI, A FRUTA

Sobre a fruta, bem... vale outro post. Mas ficamos assim: veio originalmente da China e com outro nome, “chinese gooseberry”.

Passou  a ser plantada por aqui entre 1900 e 1950. Em 1959, os produtores locais resolveram mudar o nome para “kiwifruit” para tentar ajudar nas exportações (ter “chinese” no nome não ajudava muito numa época em que os chineses comunistas eram bem pouco populares).

As informações estão num livro sobre comida, presente da cunhada, chamado “The ABC of Kiwi Food: Afghans, Barbecues & Chocolate Fish”.

Escrito por Fernanda Ezabella às 06h19

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A nova música da Nova Zelândia

Aconteceu nesta semana aqui na Nova Zelândia o prêmio nacional da música.

Confesso que não conhecia nenhum dos indicados. Na verdade, de bandas locais, só conhecia (e recomendo muito) Lady Hawke e os caras do Flight of the Conchords (adoro!).

Mas vale a pena dar uma olhada nos dois grandes vencedores da noite, que estavam em turnê pela Europa antes da cerimônia em Auckland.

A banda The Naked and Famous e a cantora Brooke Fraser receberam cinco prêmios Tui cada um (tui é um passarinho e também marca de uma cerveja local).

O grupo de indie rock de Auckland venceu nas categorias álbum do ano ("Passive Me Aggressive You") e videoclipe do ano (vídeo acima) com a música "Punching in a Dream".

Já Fraser ficou com o troféu de single mais vendido do ano ("Something in the Water", vídeo abaixo) e escolha do público.

Para quem quiser saber mais sobre rock kiwi, procure as bandas da gravadora Flying Nun, que neste mês completa 30 anos com uma série de shows pelo país.

Hoje o selo promove novos grupos, mas no passado foi responsável por lançar The Clean, The Chills e Chris Knox, principais nomes de garage rock e low-fi do país nos anos 80 e 90.

E, quando em Auckland, querendo comprar discos, CDs e outros presentes diferentes, visite a Real Groovy Records (é como a Amoeba local).

Escrito por Fernanda Ezabella às 08h59

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Dia de Guy Fawkes

 
 

Dia de Guy Fawkes

Cinco de novembro é dia de Guy Fawkes. Ou melhor, é dia do fracasso do seu famoso plano de explodir o parlamento britânico em 1605. 

Fawkes anda bastante em voga. Vem dele (e do filme “V de Vingança”) a inspiração das máscaras que os ocupados de Wall Street usam.

Aqui em Wellington, capital da Nova Zelândia, já é domingo, dia 6.

Ex-colônia britânica, o país comemorou da mesma forma que os ingleses: com muitos fogos de artifício.

Foram 12 minutos de show, depois de um dia inteiro de espera. Parecia passagem de fim de ano. Todo mundo à beira da baía esperando pelos fogos. Gente demais. Foi legal, mas nada impressionante.

Fiquei mais chocada, na verdade, com as meninas de vestidinho e os marmajos de camiseta. Estava o maior frio, a maior ventania, um horror. Até a passagem na avenida Paulista é mais agradável...

Escrito por Fernanda Ezabella às 08h56

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PERFIL

Silvio E. G. Cioffi Fernanda Ezabella é correspondente da Folha em Los Angeles e escreve sobre a vida em Hollywood, as novidades do Vale do Silício e as aventuras do roller derby.
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